HORUS HILL faz brilhar as cores do Haras Fidelis Hilmann

Foi disputado na última quinta-feira no hipódromo do Cristal, o Clássico Presidente Cneu Aranha, prova destinada aos produtos de três anos e mais idade no percurso de 1.100 metros.

Logo após a autorização do juíz de partida, POWER-TRACK foi o primeiro a apresentar seus documentos, mas logo já passava a ser assediado pela capacitada LIZARRA, que por sua vez era vigiada de muito perto por HORUS HILL. O segundo pelotão era puxado por QUARTER POUND, HENRY FONDA e ISLA FORMENTERA. Ao atingirem à metade da reta final, os três primeiros colocados estavam praticamente emparelhados, porém POWER-TRACK já começava a dar sinais de cansaço, enquanto que QUARTER POUND já aparecia no radar de HORUS HILL e LIZARRA, que até então seguiam em disputa acirrada. Os metros derradeiros foram de tirar o fôlego, pois além dos que já estavam lutando pela vitória, surgiu ainda a alazã ISLA FORMENTERA, mas nem sua forte atropelada foi capaz de tirar de HORUS HILL mais um merecido e honroso triunfo clássico. 

O ganhador é um reservado do Haras Fidelis Hilmann, tendo sido apresentado no ultimo furo pelo talentoso Felipe Vieira, e pilotado com vitalidade pelo eficiente Ricardo Dornelles.

 

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  NIX ET LUX do partidor ao disco, inalcançável !!!!!!!

 

 

Ao contrário dos machos da geração 2023, a terceira etapa da Coroa Juvenil não terá uma candidata à consagração. Isso porque ficou a cargo da belíssima NIX ET LUX levantar o troféu do Clássico João Mattos Soles, o que, por via de consequência, afastou a possibilidade de YES DREAM seguir trilhando o caminho da coroação.

A ganhadora simplesmente não tomou conhecimento de suas adversárias, terminando com a carreira logo após a autorização do juiz de partida. Defensora da farda do folclórico Luiz Henrique Flores dos Santos, a filha de WIRED BRYAN e HOT LUCE (Wild Event) foi criada nos pagos do fantástico Haras Nijú, tendo como seu preparador físico o experiente e eficiente Neimar Canut. No lombo da nova líder da geração, pudemos acompanhar de perto o porquê de o jovem João Victor ser considerado, por muitos, o melhor do Brasil.

A pequenina GATA PARDA mostrou capacidade e ousadia, chegando a dar a impressão, na entrada da reta, de que poderia complicar a vida da ganhadora, mas, no final, precisou se contentar com a formação da dupla. JERICOACOARA, sempre fiel, ficou com o terceiro lugar. YES DREAM, por sua vez, produziu menos do que o esperado, mas ainda assim honrou a farda do patrono da prova, ficando com a quarta posição. PEP TALK ocupou o último espaço do placar remunerado.

Tempo: 1m28s80

 
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